👋 Você está recebendo a edição exclusiva para assinantes. Boas-vindas às novas 3.412 pessoas que se inscreveram no the jobs desde a última segunda-feira! Agora, somos 45.698 leitores na maior comunidade de futuros&novos líderes do Brasil.

Fala, Jobs!

Antes de tudo… UAU!

3.412 novos leitores chegaram à better work desde a última semana. É o nosso recorde!

(e caminhamos cada vez mais rápido pra construir essa comunidade incrível)

E está na hora do nosso 1:1 favorito 😉

Nessa edição, vamos trazer duas práticas que você consegue adaptar literalmente agora para o seu dia a dia. Essas duas práticas vão te ajudar com:

  • Ter uma exposição melhor do seu trabalho para tomadores de decisão e líderes da sua organização;

  • Construir credibilidade e uma imagem de preparo e profissionalismo ainda maior;

  • Evitar erros simples nas suas entregas que, por conta da correria e pressa, podem passar despercebidos.

E o mais interessante dessas duas práticas é que elas se encaixam em muitos setores de atuação.

São referências que podem ser adaptadas e compartilhadas com seus colegas, liderados e até líderes para elevar o nível de entrega do trabalho.

E o melhor de tudo: você provavelmente vai conseguir aplicá-las ainda hoje.

Vamos nessa?

A parte mais instagramável dessa newsletter. Prepare seu print e lembre-se de marcar @thenews.betterwork nos stories!

A frase da semana

A forma mais invisível de desperdiçar tempo é fazer um bom trabalho em uma tarefa que não é importante. Priorização é a habilidade de destaque das pessoas de alta performance — priorize melhor.

Prática #1: Mostre mais o trabalho em andamento, não só o trabalho pronto

Quando a gente tem uma barra alta, é normal querer entregar um trabalho que impressione as pessoas, “sem falhas” e com a melhor atenção possível aos detalhes.

Naturalmente, a gente também tenta ao máximo evitar falhas — ou, se elas existirem, a gente tenta escondê-las ou minimizá-las. Não é natural querer mostrar algo imperfeito, ainda longe do ideal, cheio de pontos de melhoria, certo?

Então…

Não é natural. A gente evita, mas a provocação de hoje é exatamente essa: mostrar mais o trabalho em progresso, “imperfeito”, “no caminho” de ficar pronto.

E já pra começar e evitar te fazer pensar que isso “vai te trazer críticas”, trabalho em progresso não significa trabalho abaixo dos padrões só significa que ainda não está finaizado.

E quero justificar o motivo de te convidar a fazer isso: eu acredito que mostrar o trabalho em progresso tende a te levar mais longe, inevitavelmente.

Mais longe, porque você vai ter uma execução mais rápida, vai receber um feedback muito mais profundo, vai ter aprendizados no processo, vai ganhar maior confiança e, se estiver em equipe, todos vão aprender mais — mas já explicamos melhor esses benefícios no detalhe.

Talvez você esteja pensando para quem o trabalho em progresso pode ser mostrado — e é mais simples que parece.

Mostre para o seu líder (desde que ele esteja alinhado de que você está mostrando um esboço para receber feedbacks), para os seus pares, para a equipe que trabalha no projeto ou simplesmente para alguém que seja uma referência pra você. 

Mostrando o trabalho em progresso, a execução fica mais rápida.

É coincidência, mas vou trazer um assunto que se repetiu na última edição e também em uma outra do mês de fevereiro: “devagar é suave e suave é rápido”. Se você mostra o trabalho em progresso, você encurta o ciclo de feedback para o seu trabalho — você recebe mais direcionamentos.

E receber mais direcionamentos das pessoas importantes envolvidas (encurtar o ciclo de feedback) é, provavelmente, o melhor jeito de chegar a um bom resultado mais rapidamente — porque você já alinhou as coisas antes.

Duas referências curiosas pra você sobre isso: a primeira é uma frase do fundador do LinkedIn, Reid Hoffman: "Se você não está envergonhado pela versão 1 do seu produto, você lançou tarde demais." Isso vale para a versão 1 da sua entrega, seja ela uma apresentação no PowerPoint ou um projeto muito mais robusto.

E a segunda referência é uma prática japonesa chamada “nemawashi”, que são as “reuniões sombra”.

Parece estranho, mas o conceito é simples: é uma forma de preparação para uma reunião importante, consultando previamente as principais partes interessadas. A ideia é que, se você conseguir melhorar sua proposta e construir apoio com antecedência, obterá a aprovação nessa reunião oficial, permitindo que você impulsione o projeto na direção desejada.

Ou seja: encurtar o ciclo de feedback ;)

Mostrando o trabalho em progresso, você recebe feedbacks muito mais profundos.

Essa é simples e dá pra colocar em uma analogia rápida:

Se você mostra um esboço bem estruturado de uma casa, você tende a receber sugestões sobre como melhorar a escala e a orientação dos espaços, por exemplo. 

Mas se você mostra uma casa pronta, receberá feedback sobre os acabamentos e alguns outros detalhes, mas uma casa pronta não permite alterar espaços e escala dos cômodos (por exemplo).

A primeira abordagem aumenta as chances de “entregar uma casa” melhor.

Você aprende muito mais no processo, porque tende a receber sugestões e ideias sobre como poderia trabalhar melhor. 

Sem contar que constrói muito mais confiança. Não só consigo mesmo ao construir uma entrega muito mais robusta, mas também constrói confiança com os outros

Você constrói confiança com os outros mais rapidamente, pois tem pontos de contato mais frequentes sobre seu trabalho, o que previne mal-entendidos e cria mais responsabilidade. 

Se eu conheço a receita que você está usando, sou mais propenso a confiar que o resultado será bom.

Todo mundo se beneficia.

Alguns pontos de atenção importantes:

Combine com antecedência a frequência de “mostrar o trabalho em progresso” para não parecer insegurança sua, no sentido de sempre querer alguém olhando seu trabalho.

Por exemplo, você pode falar: “Posso te trazer a cada semana os updates desse projeto?” ou “Posso te atualizar nas fases X e Y desse projeto para pegar seu feedback?”.

Outros momentos em que eu não te recomendaria a mostrar o trabalho em progresso:

  • Quando o tempo do seu líder com você é limitado (a não ser que ele tope);

  • Quando uma boa primeira impressão é extremamente importante e você “só tem uma chance”;

  • E quando você não se esforçou o suficiente — sim, você precisa ser sincero com você mesmo/a nessa e não dar um tiro no próprio pé.

Ao longo dos anos e em conversas com o nosso time de mentores, começa a ficar claro que quem realmente melhora e avança na carreira é quem não tem medo de compartilhar uma opinião incerta, de receber feedback sobre rascunhos iniciais ou explicar seu processo de pensamento… Enquanto isso, os perfeccionistas ficavam travados e avançavam mais lentamente.

É contraintuitivo — eu sei.

Mas ao parecer menos "perfeito" e mais "em progresso", as pessoas que mostravam seu trabalho cedo e frequentemente ganhavam mais impacto, respeito, aprendizados e promoções.

Confia, vale o teste.

Essa é a primeira prática do dia de hoje.

Prática #2: Escreva mais updates (muito melhores)

Essa prática não necessariamente precisa se conectar à primeira, ok? É importante deixar isso claro pra não ter gente tentando conectar o que não precisa ser conectado (embora exista uma conexão).

Vamos lá:

Recebemos nas últimas semanas no nosso formulário de desafios para assinantes do the jobs algumas perguntas sobre trabalho com times remotos.

E, embora eu não trabalhe remoto atualmente, eu já trabalhei por 2,5 anos remoto (em vendas, então era parte home office e parte “rua office”, risos). Aproveitei também pra estudar um pouco mais sobre a eficiência de times remotos.

PS: Você já deve percebido que o papel do the jobs se resume em (1) contar histórias reais do mundo profissional; (2) fazer o “trabalho sujo” de ler, estudar e pesquisar as principais referências e trazê-las pra cá; e (3) entender os princípios que estão por trás de algo e adaptá-los para o nosso dia a dia.

É o caso dessa segunda prática de hoje: escrever updates melhores é uma boa prática para times remotos, mas os princípios também se aplicam para quem não trabalha remoto.

O conceito por trás de updates bem escritos.

Um time altamente eficiente tem um padrão: clara observabilidade — e bons updates geram essa boa observabilidade. Faz parte do conceito de gestão à vista.

Em um cenário ideal, todos os membros de um projeto devem saber como escrever uma boa atualização de status para suas áreas de trabalho, não apenas os gerentes de projeto.

E isso pode ser feito em menos de 5 minutos. Não é tão difícil; vem com a prática.

O que escrever em um bom update obviamente pode variar conforme o tamanho da equipe, quem são as pessoas, quais são os processos, mas o objetivo sempre permanece: manter as expectativas do grupo alinhadas, acelerar as decisões e criar responsabilidade clara.

Vou consolidar aqui alguns dos pontos mais importantes que você pode aplicar imediatamente no seu dia a dia para melhorar o alinhamento entre toda a equipe.

Se você é o líder, considere aplicar esses pontos. Se você não é o líder, compartilhe com seus colegas ou liderança. Pode ajudar!

Agora, vamos entrar no detalhe de como escrever updates da melhor maneira possível para conseguir ter uma visibilidade muito maior do seu trabalho, transmitir mais confiança e — acima de tudo — fazer uma boa gestão dos projetos nos quais você se envolve.

Para continuar lendo, você precisa se tornar assinante. São apenas R$ 24,90 por mês e, se você não gostar, dentro de 7 dias pode pedir seu dinheiro de volta.

Eu garanto que você vai gostar. 😉

Nos encontramos do outro lado!

Começar e parar é pior que não começar. Se começar, não pare.

O mais importante é atualizar diariamente sem que haja qualquer cobrança envolvida. Escolha um horário consistente todas as noites e mantenha-o.

Particularmente, o final do dia é melhor, porque as informações de trabalho do dia ainda estão frescas (e se novas informações surgirem depois, você pode sempre emendar um comentário). Se estiver doente, em férias ou impossibilitado de escrever a atualização diária, peça a alguém para cobrir por você durante esse período. 

O mais legal, no meu ponto de vista, é que isso é, antes de tudo, um exercício de disciplina. Vou te contar uma referência legal minha sobre isso e relacionada aos updates…

Eu combinei comigo mesmo de escrever um update diário (que depois virou semanal) da minha própria vida. Eu tenho um arquivo no Google Docs que se chama “Download de Pensamentos” e escrevi lá por quase 4 anos seguidos.

São algumas centenas de páginas respondendo no detalhe às seguintes perguntas: Pelo que você mais foi grato ao dia de hoje? e O que você poderia ter feito melhor no dia de hoje?.

Não era um update de projetos, mas era um update da minha vida. Trouxe uma clareza incomparável.

Os principais pontos:

  • Deixe claro as estimativas e datas previstas.

O ponto de enviar um update é manter alinhadas as expectativas de todos os envolvidos. Um bom primeiro ponto, então, é começar com a estimativa (datas previstas) do projeto. Se for difícil dar uma data exata (o que vai ser comum, principalmente em estágios iniciais de um projeto), dê uma porcentagem de confiança ou um intervalo de datas — mas sempre tente deixar essa expectativa clara. Se você conseguir, pode prever, inclusive, datas previstas para cada marco do projeto.

  • Deixe claro os responsáveis por cada etapa.

Isso facilita para todos verem quem deve ser contatado em caso de dúvidas e, principalmente, torna pública a responsabilidade por diferentes etapas. Isso contribui — e muito — para o bom andamento de um projeto.

  • Deixe claro quando estiver fora do prazo.

Se as coisas estão no prazo, deixe isso claro — o óbvio precisa ser dito. Se houve atraso, também deixe claro e trace uma nova data prevista, mesmo que aproximada, e explique o que exatamente travou o desenvolvimento do projeto. Se houver problemas que precisam ser resolvidos, informe isso (veja o próximo ponto).

  • Deixe claro quais são os obstáculos.

O objetivo de enviar updates é, como já falamos, maximizar a velocidade de tomada de decisões e trazer à tona obstáculos ou dependências o mais rápido possível. Se o progresso estiver travado por algo, deixe isso claro (assim como falamos acima) e também descreva o obstáculo, além de marcar (marcar pode ser no email, no WhatsApp, no Slack ou qualquer ferramenta que usar, mas garanta que a pessoa veja) as pessoas que podem ajudar no obstáculo. Se necessário, sugira uma reunião assim que possível.

PS: Optei por escrever esse texto de uma maneira até repetitiva em alguns momentos, inclusive, porque é melhor haver overcommunication do que undercommunication

Ou seja: updates são inúteis se não forem lidos e se não trouxerem observabilidade e transparência.

E é importante dizer que qualquer pessoa pode ser a responsável pelo update. pode ser um gerente de projeto, um engenheiro, um designer, um vendedor, um analista de dados, tanto faz — contanto que esteja profundamente envolvido no projeto.

No início do projeto, voluntarie-se ou, se for o líder, indique-se ou indique alguém da equipe. Com o tempo, algumas pessoas podem gostar mais disso do que outras; algumas podem achar menos cansativo do que outras. Isso é normal, mas todos devem ser capazes de escrever uma boa atualização de status.

Essa é, definitivamente, uma habilidade que servirá para o resto da sua carreira em qualquer tipo de trabalho — até porque essa habilidade de clareza na escrita que você vai desenvolver não será só para escrever updates, como também para fazer apresentações e muito mais.

E, por último, lembre de escrever o que você gostaria de ler.

Quanto mais longo, menos as pessoas lerão — faz parte. Com prática, uma boa atualização de status deve levar menos de 5 minutos (embora possa demorar mais no início). Estimo que mais de 20 minutos gastos em uma atualização de status é tempo demais.

Se você quiser ter acesso a muito mais materiais práticos como esse, conheça o Copiloto de Carreira, o sistema operacional pra quem quer ser melhor no trabalho.

As perguntas que selecionamos para a edição de hoje são as que vocês fizeram diretamente aos nossos mentores. Separamos 5 delas aqui e vamos compartilhar as respostas.

1) Saúde mental

🙋: Quando vocês não estão bem mentalmente: É algo pontual? Como fazem para dar conta do dia de trabalho? Conseguem dar a mesma atenção pra equipe ou ficam mais introspectivos mesmo?

📠 Vlad Silvano, Head de Expansão Comercial no iFood: Aqui tento fazer uma leitura do quão não bem estou, isso para entender qual o impacto que meu estado emocional pode ter sobre as minhas decisões. Após a avaliação, se não for algo muito intenso, não vejo problema nenhum em dividir com o time (na medida do que for possível) e alinhar expectativas do dia, vulnerabilidade cria confiança e é super importante. Caso seja gerenciável, busco executar as principais atividades do dia e deixo o extra para dias com maior produtividade.

📠 Rodrigo Maroja, cofounder Daki app: Quando não estou bem tento trabalhar de casa. Se não for possível, tento interagir o mínimo possível, fazer uma reunião mais rápida e evito discutir temas complexos. Se couber, as vezes trago que não estou bem para o time e que não irei conseguir dedicar-me tanto quanto de costume.

📠 Rodrigo (Digo) Lemos, Sócio Executivo na Link School: Antes de tudo, gestão emocional é sobre saber o que/quando/com quem/com qual assunto você é impactado/a. No meu caso, lido com isso em um remix de “me dar o tempo necessário” junto com “não me permitir queixar muito”. Tento sempre esticar a barra, mas algumas vezes (quando a vontade é jogar tudo pro alto) eu simplesmente termino uma tarefa bem feita em vez da longa lista de coisas para fazer — e aí desconecto geral. No meu caso, são algumas horas ouvindo muita música boa ou escrevendo sobre meus problemas.

2) Não me sinto valorizado

🙋: Qual o melhor caminho se não me sinto valorizado na companhia — procurar um novo emprego ou esperar o chefe olhar o potencial?

📠 Vlad Silvano, Head de Expansão Comercial no iFood: Aqui vale a reflexão, acho que não sou valorizado ou tenho uma expectativa que as coisas aconteçam muito rápido? Muitas vezes vejo profissionais que não se acham valorizados, mas, na verdade, é apenas alinhamento de expectativa. Converse com seu gestor, deixe suas expectativas claras e entenda as dele. Se ainda sim não fizer sentido a você, talvez a mudança seja algo bom.

📠 Rodrigo Maroja, cofounder Daki app: Eu já tive pessoas no meu time que eram muito boas e que eram valorizadas na velocidade que a empresa conseguia, mas mesmo assim elas se sentiam injustiçadas e estavam insatisfeitas. não as culpo. Um profissional fora de série vai ficar de 1-3 anos no seu time, mais do que isso , só se a empresa tiver vagas disponíveis internamente.

Se não tem o que fazer, deixe a pessoa ir embora e desejo boa sorte. Não vale quebrar a estrutura de cargos e salários da empresa por uma pessoa.

📠 Rodrigo (Digo) Lemos, Sócio Executivo na Link School: Um antigo chefe meu uma vez me disse que “pro milagre acontecer, você precisa pedir pro santo”. Alinhe as expectativas com seu líder para depois pensar se você considera sair ou não. Sobre a sua pergunta, eu nunca “esperaria o chefe olhar o potencial” — a edição de hoje mostra como ser mais proativo/a e aumentar sua visibilidade. 😉

3) Passar boa impressão sem contato direto

🙋: Como posso causar uma impressão positiva no diretor (ou líderes hierarquicamente mais altos) mesmo não estando diretamente ligado ao seu departamento ou área de responsabilidade?

📠 Vlad Silvano, Head de Expansão Comercial no iFood: Acredito que fazer o básico MUITO bem feito já causaria esse impacto, seja pontual, entregue projetos dentro do prazo, busque sempre aprender e nunca na zona de conforto. Mas algo que pode funcionar é entender quais são os principais desafios dele e como você pode contibuir/ajudar ele a resolve-los. Talvez você não resolva ele por completo, mas pode ajudar a destravar uma solução. Além disso, entregar sempre além do que é esperado sempre funciona.

📠 Rodrigo Maroja, cofounder Daki app: Sempre surgem oportunidades, principalmente em coisas não técnicas como ações de RH, eventos e happy hours. Esses são bons momentos pra aproximação. Além disso, entregar uma boa performance no dia a dia e ter conversas com seu gestor para entender como ele leva o trabalho feito por você para cima.

📠 Rodrigo (Digo) Lemos, Sócio Executivo na Link School: A maneira mais fácil disso acontecer é seu líder levar ao líder dele os bons resultados do seu trabalho. Por exemplo: eu faço questão de expor o bom trabalho da minha equipe, porque isso mostra que estou construindo uma boa equipe — é bom pra todos os lados. Nunca tente dar o bypass no seu líder e falar direto com o líder dele para “tentar expor seu trabalho”. Seja mais criativo/a: além de participar dos eventos e iniciativas como o Maroja falou na resposta acima, faça, por exemplo, comentários inteligentes nos posts do LinkedIn se o diretor for ativo por lá.

Chegamos ao final da edição de hoje!

Conta pra gente o que achou dessa edição 😉 e, se tem alguma sugestão de melhoria, é só escrever depois de votar abaixo.

O que você achou dessa edição?

Você pode explicar o motivo depois

Login or Subscribe to participate

Espero que essa edição seja útil na sua semana e que você consiga ter uma visibilidade cada vez maior em cima de um bom trabalho que executa.

Se você aplicar pelo menos uma dessas dicas práticas no seu dia, cumprimos o nosso objetivo que é ajudar a te fazer melhor no trabalho. 😉

Nos encontramos na próxima segunda-feira para o nosso próximo 1:1.

Um abraço,

Digo @ the jobs

sponsored by:

Reply

Avatar

or to participate

Keep Reading