Boas-vindas às 279 novas pessoas que se inscreveram na better work na última semana! Agora, nós somos 124.621 profissionais que se tornam cada semana mais preparados pra essa nova era do trabalho com IA.

👋 BOA NOITE, VOCÊ ESTÁ RECEBENDO UMA VERSÃO GRATUITA DA BETTER WORK PRO, NOSSA NEWSLETTER PAGA.

Nos últimos 3 pra 4 anos, o uso de IA generativa explodiu.

ChatGPT ultrapassou 1 bilhão de usuários no mundo. Gemini diz ter passado de 750 milhões de usuários no mundo. A Anthropic, dona do Claude, é a maior em valuation: a empresa vale, hoje, 965 bilhões de dólares (sim, é quase 1 trilhão de dólares, não digitamos errado).

E em meio a todo o hype de IA no mundo, a pergunta que sempre se destaca, porque é muito difícil de encontrar a resposta, é “Como as pessoas realmente estão usando IA no mundo?”.

A boa notícia é que nós trouxemos nessa edição os principais insights de uma pesquisa feita com 12.637 casos de uso de IA, feita por pesquisadores da London School of Economics e contribuidores da Harvard Business Review.

Essa é uma edição pra você estar por dentro do cenário de IA e entender o que está avançando, o que é “espuma” e onde você pode colocar mais energia.

No nosso 1:1 de hoje:

1⃣ As 5 conclusões e, principalmente, os 5 melhores insights que você pode tirar de um estudo publicado em Harvard feito com mais de 12 mil pessoas sobre o uso de IA;

2⃣ O erro que 25% das pessoas já está cometendo usando IA (e que vai prejudicá-las nas suas carreiras);

3⃣ E mais 14 perguntas que você pode levar pra debater internamente com seus pares e líderes.

QUICK TAKES

Com base nas nossas interações e no quanto você já conhece sobre mim, onde eu confundo estar ocupado com estar avançando? Qual é o padrão de “movimento” que parece produtivo, mas não muda minha carreira? Não me dê uma resposta genérica ou motivacional. Quero uma análise honesta, específica e útil. Me ajude a pensar sobre isso e não invente respostas se identificar que não tem dados suficientes pra responder.

Copie e cole esse prompt na sua ferramenta preferida de IA, mas lembre-se: esse prompt só realmente funciona com a ferramenta de IA que mais tem seu contexto profissional e que possuem a memória configurada. Em outras palavras: com a IA que você mais usa. Esse é um prompt que leva em consideração o padrão por trás das suas interações com a IA - e se você ainda não tem boa parte do seu contexto pessoal e profissional em uma IA, você está ficando pra trás (sem sensacionalismo aqui).

RECADO RÁPIDO DA BETTER WORK

Alô, empresas. Comprar a licença de IA é uma coisa, mas ter resultado é completamente outra.

Nós começamos a fazer Treinamentos In Company de IA para empresas dos nossos leitores (sim, estamos priorizando atender quem é “de casa”).

Mais de 800 profissionais já passaram pelos nossos treinamentos e, agora, vamos levar nossa Trilha de IA pra dentro da sua empresa. Se você tem interesse em conhecer como a gente consegue gerar resultado de IA para a sua empresa, é só clicar aqui ou no botão abaixo.

Como as pessoas realmente estão usando seus robôs (ops, IA).

Uma boa provocação da pesquisa que vamos aprofundar aqui é que a IA está ficando cada vez melhor em parecer que pensa, e isso vai tornar cada vez mais tentador deixar que ela pense no nosso lugar.

Ninguém pensa assim intencionalmente, mas comportamentalmente usando é tentador - de verdade - pedir resposta e receber.

O ponto é que conforme o uso da IA se espalha para decisões, organização, criação, comunicação e até apoio emocional (pois é…), a discussão deixa de ser apenas sobre produtividade e passa a ser sobre responsabilidade: o que estamos delegando é trabalho ou julgamento?

Os dados da pesquisa que vamos mostrar aqui mostram uma adoção bem mais ampla, mas também revelam um padrão que é importante de ressaltar aqui: em muitos dos principais usos, as pessoas não estão pedindo ajuda para pensar melhor, e sim para evitar parte do processo de pensar.

🔵 Depois de ler o gráfico abaixo, você vai poder ler as 5 principais conclusões que trouxemos pra você da pesquisa publicada na Harvard Business Review e, depois, os 5 insights mais úteis (e 14 perguntas) pra que você possa discutir isso internamente com seus colegas, pares e líderes.

Esse daqui é o gráfico dos Top 10 Usos de IA identificados pela pesquisa:

Gráafico traduzido do artigo da Harvard Business Review. Os números são as colocações no ranking de cada um dos pontos nos dois períodos da pesquisa.

As 5 conclusões mais importantes dessa pesquisa:

1⃣ O uso emocional lidera, cresce, e já entrou no expediente.

Terapia e companhia é o uso número 1 do ano, como já tinha sido no ano passado, com mais de 1.400 entradas e 11% do conjunto de dados, contra 5% um ano antes. Isso sozinho já chama a atenção, mas dá pra gente ir além, porque essa demanda atravessou a fronteira do pessoal pro profissional. OIha só: “espaço seguro pra perguntar” aparece em #32, “aumentar a confiança” em #43, “ajustar o tom do email” em #58 e “preparar pra entrevista” em #89.

Observação muito (muito mesmo) importante sobre o tema: Hamilton Morrin, pesquisador de neuropsiquiatria no King's College de Londres, diz que as filas de espera e a dificuldade de acesso a cuidado de saúde mental (ele cita isso no Reino Unido) podem ser uma explicação plausível pra essa procura no uso de IA e avisa, obviamente, que os chatbots não substituem profissional treinado. O texto registra casos de psicose associada a IA e situações em que a ferramenta pareceu encorajar crença delirante.

Antes de aprofundar nas outras conclusões da pesquisa, um recado dos nossos patrocinadores:

APRESENTADO POR WELEDA

O seu cérebro esquece como apertar o "off" na hora de dormir? 🧠

Se sim, saiba que não está sozinho: 65% dos brasileiros também dormem mal.

Vivemos tão hiperconectados que o cansaço vira rotina, o sono falha e a ansiedade assume o controle. É um ciclo exaustivo, mas possível de pausar.

Com fórmula inteligente que une 3 ativos de origem 100% natural, ele trata a ansiedade durante o dia e melhora a qualidade do seu sono. Conheça o Ansiodoron com o cupom exclusivo THENEWS10.

Leia a bula. Em caso de dúvidas, consulte seu médico ou farmacêutico.

E, agora sim, voltando às conclusões da pesquisa:

2⃣ Em 25% dos principais usos, as pessoas pedem pra IA pensar no lugar delas.

Sim, isso é preocupante. Essa é a tese central do estudo, e ela tem nome: thinkslop (o raciocínio preguiçoso e mal-acabado que aparece quando a gente usa IA demais pra pensar).

Ele lista o que são esses usos das pessoas pedindo pra IA fazer alguma parte do próprio pensamento: terapia e companhia em #1, conselho de relacionamento em #7, tomada de decisão aprimorada em #13, organizar minha vida em #14, rascunho de e-mail em #42 e geração de ideias em #47.

Essas são exatamente as atividades pelas quais o ser humano precisa assumir responsabilidade. O estudo detalha 4 jeitos pelos quais isso acontece: você “perde o rastro” da sua própria intenção depois de tanto interagir; você terceiriza o pensamento esperando uma resposta certa; você para de escrever e pensar por si próprio; e você desenvolve uma falsa sensação de rigor intelectual alimentada pela por conta da bajulação da ferramenta.

Vale registrar que o estudo também traz o uso oposto, com gente pedindo pra IA encontrar furo no próprio argumento antes de refinar sozinha. A diferença entre os dois usos está na ordem: tem quem pensa primeiro e usa a IA pra testar o que pensou, e tem quem manda o prompt primeiro e descobre depois o que achava do assunto.

3⃣ A adoção no trabalho vem de baixo pra cima, e a governança empurrou boa parte dela pra sombra.

Esse daqui vale pra liderança ler, principalmente. 63 dos 100 principais usos são explicitamente relacionados ao trabalho ou se aplicam tanto em casa quanto no trabalho: IA como companheiro de trabalho em #8, tomada de decisão em #13, conselho de carreira em #24, empreendedor e startup em #25 e espaço seguro pra perguntar em #32.

O estudo lê isso de um jeito bem explícito: isso não é iniciativa corporativa de IA gerenciada de cima pra baixo. Isso são as pessoas usando IA por conta própria.

O estudo também descreve um balanço de forças dentro das empresas - o estudo chama de ventos favoráveis e ventos contrários. A conclusão do estudo é que os ventos favoráveis são suaves (licença comprada, treinamento oferecido, encorajamento da liderança etc.), enquanto os ventos contrários são mais fortes (governança de TI, versão restrita do modelo, risco reputacional e medo, incluindo o medo de parecer que está trapaceando).

O resultado registrado é que o uso sombra (shadow use), ou seja, o uso de IA por fora do que a empresa autorizou, é comum.

4⃣ O retorno empresarial ainda é pequeno, e o estudo não coloca maquiagem nisso.

Já na abertura do artigo, ele acusa que no mundo dos negócios existe muita atividade com IA produzindo benefício marginal em vez de transformador até agora. O estudo separa esses ganhos em 3 níveis, e a força do resultado cai conforme o nível sobe:

  • Eficiência é onde o ganho realmente aparece, e ele é pequeno. Os exemplos que apareceram nos dados são coisas do tipo resumir dias de discussão em um parágrafo, tirar do zero o primeiro rascunho de um documento de requisitos, e escrever a nota de status pro stakeholder que ninguém quer escrever. O próprio usuário citado no estudo resume o ganho em duas palavras: tempo economizado e clareza. Isso é real e não passa disso.

  • Crescimento é onde a conta não fecha. O estudo registra que ROI declarado de forma explícita é raro nos dados, e que quando alguém reivindica crescimento, quase sempre vem como um depoimento que não tem número pra auditar/confirmar. O retorno mais bem documentado em todo o estudo é uma única agência de marketing relatando ganho de 20% a 30% de conversão com campanhas de email personalizadas por IA (mas isso obviamente não significa que nenhuma empresa esteja conseguindo retorno financeiro com IA e sim que isso ainda não é comum, porque é um caso, num levantamento que varreu os cem usos mais comuns do ano).

  • Transformação é onde quase não tem nada. As iniciativas que aparecem estão em estágio inicial, os benefícios não estão quantificados, e quem aparece se beneficiando são pequenas e médias empresas, enquanto as grandes corporações que anunciam transformação por IA não aparecem nos dados. A síntese do estudo é que a IA está sendo usada pra ganhar vitórias modestas e não controversas, com pouquíssimo caso de processo de negócio repensado de forma fundamental.

Isso muda duas coisas concretas pra você. A primeira é o que você promete: se você entrar numa reunião prometendo redesenho de processo com IA pra este semestre, você está assinando embaixo de algo que quase nenhuma empresa no mundo entregou ainda, e a cobrança vai chegar com o seu nome. A segunda é o que você reivindica: o seu ganho hoje é de eficiência, e ganho de eficiência é justamente o tipo que some se ninguém for avisado. Vale trocar o "a IA me ajuda muito" por uma frase com número, tipo quantas horas por semana você recuperou e o que você entregou com elas.

5⃣ IA agêntica entrou no Top 10 nesse ano, mas o que roda de verdade ainda é pequeno.

“Operações agênticas autônomas” é uma nova entrada em #6, definida no estudo como a “IA seguindo em frente e fazendo, em vez de apenas falar, aconselhar ou interagir”.

Só que os exemplos são experimentais e em pequena escala. O estudo ainda diz que uma grande proporção das mais de 500 entradas dessa categoria diz respeito a coisas mais simples como “converter nota pra alguma outra forma de mídia de trabalho”, tipo memorando de voz transcrito e roteado automaticamente, às vezes com agendamento no calendário. Já é um uso legal de automações, mas ainda muito básico.

A outra nova entrada relacionada a trabalho é o vibe coding em #21, que, em resumo, significa que pessoas estão “codando” (criando código) com linguagem natural pra resolver automações, criar plataformas e integrações com IAs como Claude Code, Codex, Lovable e outros.

Os 5 insights mais importantes dessa pesquisa.

Você não achou que nós iríamos só compartilhar os insights de um texto da Harvard Business Review, né? 👀 A melhor newsletter de carreira do mundo (sim, essa é a nossa meta) faria mais que isso.

Vamos aprofundar em 5 principais insights e 14 perguntas no total pra você debater e conversar com seus pares e equipe:

1⃣ O ganho de produtividade está sendo capturado pela pessoa, não pela empresa (e isso pode explicar o ROI que não aparece).

Um analista que fechava 8 relatórios por semana passa a fechar 14, mas o gestor dele não sabe exatamente como isso aconteceu, a meta da área não mudou, o tamanho do time não mudou, e a conta de produtividade que a empresa usa pra dimensionar aquela equipe continua sendo a conta de 2024. O ganho aconteceu, foi real, e provavelmente foi absorvido como folga.

Pode ser por isso que o estudo deixa “uso pesado” e “retorno pequeno pra empresa” na mesma frase. O ganho de IA pode estar morrendo dentro da tarefa: ele não sobe pra planilha de ninguém, não aparece em nenhuma linha de resultado, e o que a empresa comprou foi licença de uma IA sem mexer em processo nenhum.

🔵 Algumas provocações sobre esse tema pra você pensar com seus pares e time:

  • Quantas horas por semana você recuperou com IA nos últimos meses, e onde essas horas foram parar? E se ninguém recuperou horas, quão bem vocês realmente estão usando IA?

  • Existe algum documento na sua empresa, com data, mostrando você entregando mais depois de adotar IA? Sem isso, seu ganho pode virar lenda, dependendo da proximidade com seu gestor.

  • Se amanhã a sua liderança dobrasse a meta da área justificando com IA, você teria com o que provar que já vem entregando nesse nível desde X meses/anos?

2⃣ A governança e as restrições estão criando exatamente o que tentam evitar.

O jurídico bloqueia a ferramenta na rede e a TI libera uma versão interna que não lê anexo. Exemplo simples (mas real): quando alguém precisa entender um contrato de 40 páginas até as 14h, a pessoa pega o celular, fotografa as páginas e joga na conta pessoal. O contrato saiu da empresa pelo caminho que ninguém previu.

Esse é o “Shadow AI” (uso sombra, que é usar uma IA não liberada pela empresa). O estudo mostra que esse uso escondido é comum. O risco então só mudou de lugar e agora não tem controle nenhum.

🔵 Algumas provocações sobre esse tema pra você pensar com seus pares e time:

  • Você usou a sua conta pessoal de IA pra alguma tarefa do trabalho neste mês? Se usou, você é o dado que a sua empresa não tem.

  • Quantas pessoas do seu departamento fazem o mesmo? Chute, pergunte pra duas de confiança, e a diferença entre os dois números é o tamanho do ponto cego.

  • Se um cliente chato pedisse amanhã a lista dos dados dele que passaram por IA nos últimos 90 dias, a sua empresa montaria essa lista?

3⃣ Sua empresa provavelmente já tem um canal de apoio emocional que ninguém contratou.

Terapia e companhia lidera o ranking há dois anos, com 11% dos dados. Esse apoio já existe e nenhum RH contratou: é grátis, funciona de madrugada, não tem fila e não julga. Parte dessa procura devia estar com profissional treinado e não está, e existe algum motivo pra isso…

Tem uma outra interpretação disso: “espaço seguro pra perguntar” em #32 no ranking do estudo e “aumentar a confiança” em #43 mostram quanto custa fazer uma pergunta dentro da sua empresa. Se as pessoas preferem a máquina porque a máquina não julga, isso já te diz algo.

🔵 Algumas provocações sobre esse tema pra você pensar com seus pares e time:

  • Qual foi a última pergunta que você fez pra IA porque fazer pra alguém da empresa sairia caro? Ela diz mais sobre a sua empresa do que sobre você.

  • Tem alguma dúvida no seu time que hoje só pode ser feita pra uma máquina? Se tem, existe uma pessoa que devia estar ouvindo isso e nem sabe.

  • Se a sua empresa lesse o que o seu time pergunta pra IA, o que ela descobriria sobre a liderança de lá? É o diagnóstico de clima mais barato que existe e ninguém vai fazer.

4⃣ Julgamento está virando raro.

Um quarto dos principais usos é gente pedindo pra IA pensar. Isso deveria ser assustador e provavelmente já está no seu time hoje. O motivo pelo qual isso é tão relevante é porque a ferramenta de IA concorda com você convincentemente, mesmo quando errada.

Ela devolve o seu raciocínio mais organizado, mais bem escrito e mais confiante do que ele era, e isso cria uma sensação de rigor que não corresponde ao trabalho que você fez.

Você sai achando que pensou muito, e o que você fez foi ler algo bem formatado.

Mexer na ferramenta virou básico. O que vai separar os melhores profissionais dos comuns agora é saber explicar por que você escolheu uma opção criada com a IA e descartou o resto.

🔵 Algumas provocações sobre esse tema pra você pensar com seus pares e time:

  • Das suas últimas ideias, você defenderia cada uma delas bem sem precisar abrir o histórico da conversa com a IA?

  • Quantas vezes nos últimos 30 dias você discordou da IA e ficou com a sua versão? Se deu zero, você provavelmente virou um revisor de um raciocínio que não é seu.

  • Dos seus documentos dos últimos três meses, quantos começaram com você escrevendo e quantos com um prompt pra IA? Essa conta é fácil de fazer e bem chata de olhar, risos.

5⃣ Tá todo mundo falando de agentes, mas quase ninguém tem um rodando (ainda).

“Operações agênticas autônomas” entrou direto em #6 no ranking do estudo. Boa parte das mais de 500 respostas dessa categoria de operações com agentes é de automações muito simples.

Agentes funcionam hoje nas tarefas que são “pouco sexy”: as que repetem toda semana, que seguem sempre a mesma regra, que chegam no mesmo formato e não machucam quase ninguém se sair errada. Tipo “pegar o pedido que entra por email e lançar no sistema”, ou “conferir se a nota fiscal tem todos os campos antes de ir pro financeiro”.

Com base nas principais conversas que temos por aqui na Better Work com executivos e líderes de mercado, quem começa por aí tem coisa rodando em uma ou duas semanas e ganha permissão pra tentar a próxima. Quem começa pelo processo que pode render slides bonitos provavelmente vai gastar alguns meses e pode não entregar por conta da complexidade.

🔵 Algumas provocações sobre esse tema pra você pensar com seus pares e time:

  • Qual tarefa o seu time faz toda semana, ninguém quer fazer, e segue sempre a mesma regra? Se você não ainda não sabe responder isso, tem oportunidade aí.

  • Qual tarefa você faria automática se ninguém precisasse aprovar? Se ela é chata e pequena, você achou a certa e provavelmente está com vergonha dela (ou medo de não saber fazer).

Terminamos por hoje! 😉

Queremos ouvir sua opinião sobre essa edição (sim, nós lemos todos os feedbacks e respondemos todos que conseguimos):

O que você achou dessa edição?

(escreva sua opinião depois de escolher uma opção)

Login or Subscribe to participate

Nos encontramos na semana que vem e espero que você consiga traduzir essa edição para o seu dia a dia.

Se eu puder ajudar com algo, não hesite em me mandar uma DM e dizer que veio da better work.

🆘 Ou, se for algo mais técnico, envie um email pra [email protected] e a gente resolve rapidinho.

Um abraço,

powered by

Reply

Avatar

or to participate

Keep Reading