
Boas-vindas às 188 novas pessoas que se inscreveram na better work nos últimos 7 dias! Agora, nós somos 125.734 profissionais que se tornam cada semana mais preparados pra essa nova era do trabalho com IA.
👋 BOA NOITE, VOCÊ ESTÁ RECEBENDO GRATUITAMENTE A VERSÃO PRO DA BETTER WORK COM A PARTE PRÁTICA INCLUSA.
Existe uma diferença enorme entre ser bom no seu trabalho e ser bom em administrar a sua própria carreira.
Você pode entregar muito, seu chefe pode te adorar, e você pode assumir cada vez mais responsabilidades… E mesmo assim ainda terminar alguns anos depois percebendo que construiu muito valor pra empresa e pouco valor que continua sendo seu.
Ninguém quer isso, né?
A edição de hoje é sobre mudar essa lógica e aprender a ser um pouco mais egoísta com a sua carreira, inclusive usando IA pra isso.
No nosso 1:1 de hoje:
1⃣ Os 3 dados que mostram por que você deveria ser mais egoísta com a sua carreira;
2⃣ Como fazer com que o seu trabalho te pague 2x por tudo que faz;
3⃣ A principal evidência de por que você precisa ter esse “egoísmo” (spoiler: sua empresa quer que você seja assim e a gente explica isso);
4⃣ E 2 prompts completíssimos ao final dessa edição (além do prompt padrão da edição) pra você aplicar imediatamente na sua carreira.
PS: enviamos a edição de hoje na terça-feira, porque da última vez que mandamos no feriado, das 1.472 pessoas que votaram, apenas 397 escolheram receber de segunda. A maioria preferiu receber no dia pós-feriado.
Semana que vem voltamos ao normal!
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Os prompts da semana estão no final da edição dessa vez. São 2 prompts diferentes, mas você precisa ler a edição de hoje e entender o conteúdo para usá-los.
Aproveite 😉
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Como as empresas realmente estão usando IA hoje?

Olha esse dado (de 2026!): 97% das pessoas ainda é iniciante em IA.
Vamos fazer um teste rápido: considere como você e seus colegas usam IA no seu dia a dia e veja se bate com isso:
1⃣ Resumir transcrições de reuniões ou documentos que você recebe;
2⃣ Reescrever emails com um tom mais sério ou pra evitar erros de português;
3⃣ Rascunhar documentos (mas sem saber dar contexto é melhor fazer sozinho);
4⃣ Fazer uma ou outra análise de dados, mas sem automatizar nada;
5⃣ Usar como um “Google melhorado” pra ter respostas rápidas;
6⃣ E tentar fazer apresentações, ver que não é tão simples assim e depois desistir.
E aí, quantas acertamos? 👀
Essa é a grande realidade das empresas atualmente de acordo com o report da Section e se você se identificou com 2 ou mais, você vai se beneficiar (e muito) da aula ao vivo que faremos no dia 16/09, às 19h30.
Pra quem é? Profissionais e líderes do mundo CLT que querem aprender onde e como IA pode ser aplicada no seu dia a dia, personalizado pro seu trabalho.
O conteúdo fica gravado? Não, e por isso avisamos com tanta antecedência.
Na última aula que fizemos, mais de 1.700 profissionais participaram. Te esperamos nessa próxima.
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Você precisa ser mais egoísta com a sua carreira (e existe o caminho ideal pra isso).
Vamos começar com um rápido e importante contexto do porquê você precisa ser mais egoísta com a sua carreira, contando 3 partes diferentes.
👉 Parte 1/3: quem realmente quer continuar na empresa onde trabalha?

(os dados mostram que quase ninguém quer realmente ficar onde está)
Dado 1⃣: 77% dos profissionais dizem que pretendem continuar trabalhando na empresa em que estão.
Uai, até aqui, tudo normal, certo?
Veja bem…
Dado 2⃣: Só 18% pretendem continuar porque realmente querem, enquanto uma parte enorme fala de ficar na empresa só por necessidade.
Esses dados ilustram um fenômeno chamado de “job hugging” (algo como “abraçar seu emprego”): num mercado mais incerto, muita gente está abraçando o emprego atual com mais força porque trocar de empresa parece arriscado demais.
Em outras palavras: muitas pessoas não estão sendo egoístas com as suas carreiras por medo.
Mas calma… Ninguém está falando pra pedir demissão. “Ficar” pode ser uma boa decisão. O problema aparece quando segurança se torna “ser passivo” e aí, sem nem perceber, você coloca sua carreira no banco de trás enquanto espera que a empresa, seu chefe ou o RH decidam qual deveria ser seu próximo passo.
👉 Parte 2/3: quantos chefes realmente querem te ver crescer?

(os dados mostram que os chefes não priorizam seu crescimento)
Dado 3⃣: só 15% dos profissionais, em uma pesquisa feita pelo próprio LinkedIn, disseram que seu gestor havia ajudado a construir um plano de carreira nos últimos seis meses (e esse número ainda caiu cinco pontos percentuais em relação ao ano anterior).
Isso quer dizer que 85% dos chefes sejam ruins? Não necessariamente (mas eu apostaria que existe uma correlação clara, risos).
Isso quer dizer que poucos chefes colocam seu desenvolvimento como prioridade, até porque eles têm ainda mais coisas pra se preocupar do que você.
O seu desenvolvimento profissional disputa espaço com outras prioridades. Quanto mais rápido a gente entender isso, mais a gente entende que precisa ser egoísta com a própria carreira.
👉 Parte 3/3: quantas vezes você já recebeu mais trabalho sem receber aumento?

(os dados mostram que a empresa vai sempre tentar tirar o máximo de você)
Dados 4⃣, 5⃣, 6⃣ e 7⃣:
73% dos profissionais disseram já ter recebido de um gestor trabalhos acima do nível de sua posição sem receber promoção;
68% disseram ter mais trabalho do que outras pessoas com o mesmo cargo;
67% afirmaram ter absorvido responsabilidades depois que alguém acima deles deixou a empresa sem receber promoção;
E 63% disseram saber que a empresa sofreria caso eles recusassem aquelas responsabilidades adicionais que foram dadas mesmo sem ter recebido um aumento.
Assim como teve o quiet quitting, a tendência de “fazer só o básico e esperar ser demitido”, criaram também o quiet promotion, a tendência de “dar mais responsabilidades aos colaboradores sem promover”.
Esses números costumam deixar a turma indignada, mas eles são números normais do jogo corporativo. É assim que ele funciona, goste você ou não, e vamos te explicar o porquê disso bem rápido:
Você começa entregando bem, ganha confiança e, naturalmente, recebe problemas maiores pra resolver. Junto com os problemas maiores vêm mais responsabilidade, mais expectativa e geralmente mais trabalho.
Às vezes isso vira promoção. Às vezes vira aumento. Às vezes vira uma oportunidade excelente de aprendizado e exposição. Em outras situações, vira só mais trabalho mesmo.
Essa dinâmica existe porque empresas operam por incentivos. Se uma pessoa demonstra capacidade de resolver problemas, é bem natural que a organização passe a colocar mais problemas na mão dela (qualquer chefe faria isso).
Não tem uma “crítica ao capitalismo” escondida aqui…
Essa é só uma leitura honesta de como o jogo corporativo deve funcionar, mas o principal ponto é que o jogo que você está jogando tem a seguinte regra:
A empresa tenta extrair o melhor de você. Você também precisa aprender a extrair o melhor da empresa.
Essas duas coisas podem acontecer ao mesmo tempo e ser uma relação excelente pra todo mundo.
Só que você precisa fazer a sua parte… Quando colocarem um projeto maior na sua mão, vale fugir por alguns segundos da pergunta óbvia, que normalmente é “será que eu consigo entregar isso?”, e acrescentar uma segunda, que é “o que eu vou carregar comigo depois que eu entregar isso?”, porque você deve sim pensar no que você ganha.
Essa pergunta parece pequena, mas muda bastante a maneira como você enxerga seu trabalho.
A pessoa mais interessada no desenvolvimento da sua carreira é você. Essa newsletter não é pra quem não tem esse interesse, sorry.
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🔵 O seu trabalho deveria te pagar 2 vezes.

A primeira remuneração você já conhece: moneyyyy! 💰
Salário, bônus, benefícios, participação nos resultados etc. Tudo isso importa bastante e obviamente deve entrar na conta de qualquer decisão profissional.
Só que existe uma segunda remuneração que a turma ignora: os ativos que sobrevivem ao “seu crachá”.
São as habilidades que você desenvolveu, a reputação que construiu, as pessoas que passaram a confiar em você, o repertório que você acumulou, os cases que você criou, as provas de que sabe resolver determinados problemas, a audiência que construiu e as relações que continuarão existindo mesmo depois que seu email corporativo for desativado.
Eu gosto de chamar tudo isso de ativos portáteis e eles valem uma boa grana pra quem “sabe ser egoísta com a sua carreira”, porque são as coisas que, ao trocar de empresa, você leva junto.
Por isso, olhar apenas pra remuneração financeira pode fazer você analisar uma oportunidade de carreira pela metade.
🔵 Sua empresa quer que você seja egoísta com a sua carreira e nós podemos provar isso.
Esse daqui é um estudo publicado em uma das principais publicações de psicologia do mundo que fala sobre um conceito chamado “Protean Careers”. Em resumo: carreiras em que o profissional assume a responsa pela própria trajetória, em vez de deixar isso nas mãos da organização.
Os principais pontos que esse estudo traz pra gente podem parecer contraintuitivos, mas são uma das partes mais importantes dessa newsletter:
Agir mais em função da própria carreira não significa (necessariamente) agir contra a empresa.
Não é sobre ser menos comprometido com a empresa. Muitas vezes, isso significa exatamente o contrário: quanto mais você assume responsabilidade por continuar aprendendo, se adaptando e aumentando sua capacidade de contribuir, mais valioso você se torna também pra sua empresa.
E é exatamente aqui que Inteligência Artificial entra na conversa (eu sei que você cansou de ouvir gente sensacionalista falando de IA, mas você já sabe que não somos sensacionalistas e, quando paramos pra escrever algo, é porque vale a pena).
O que um mentor experiente te falaria se quisesse ver você crescer no mundo corporativo:
Talvez “aprender IA” não faça você ser promovido. Ninguém que se considera um profissional sério deveria prometer isso.
Só que o ponto é o seguinte: quando praticamente toda liderança começa a discutir uma tecnologia que pode mudar a forma como o trabalho é feito (sim, seu CEO está com a cabeça nisso e sim, a diretoria de RH também), ignorar essa tecnologia “porque meu chefe ainda não pediu” é terceirizar uma decisão que pertence à sua carreira.
Repara aí na sua empresa e no mundo corporativo como um todo: as descrições de cargo costumam chegar depois da mudança.
Primeiro, alguns problemas começam a ganhar prioridade, certos projetos recebem mais orçamento, novas competências passam a aparecer nas conversas da liderança (você já está vendo isso acontecer com a IA) e algumas pessoas começam a ganhar mais espaço porque conseguem navegar melhor nesse novo contexto.
É só depois tudo isso vira competência formal, critério de avaliação ou requisito de uma vaga.
🔵 Por que isso vai ser tão importante pra sua carreira?
Ser egoísta com a sua carreira também significa perceber esses movimentos antes que eles virem obrigação.
Você não deve largar tudo pra virar especialista em IA, mas você deveria entender o suficiente pra saber onde ela pode aumentar sua capacidade, quais partes do seu trabalho provavelmente vão mudar e quais habilidades passam a valer mais quando parte da execução fica mais barata e acessível.
Inclusive, nós vamos fazer uma aula gratuita pra te explicar exatamente como você pode fazer isso. É de graça e acontecerá na 4ª-feira da semana que vem, às 19h30. É só clicar nesse botão abaixo pra reservar sua vaga.
Esse tipo de leitura não garante promoção, aumento ou estabilidade.
Essa leitura só aumenta a chance de você estar construindo os ativos certos enquanto o jogo ainda está mudando, em vez de descobrir dois anos depois que o mercado começou a valorizar algo que você decidiu ignorar porque ainda não estava na sua meta.
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🔵 Exemplos práticos de como usar sua IA (independente de qual seja a ferramenta) pra ser mais egoísta com a sua carreira.

1⃣ Como fazer o mapeamento dos seus “ativos portáteis”.
Você vai abrir um chat novo na sua ferramenta de IA mais usada, e aí você vai copiar e colar esse prompt a seguir no seu chat:
Você vai me ajudar a montar um dossiê dos meus "ativos portáteis": as habilidades, cases, provas de competência, reputação e relações que construí no trabalho e que continuam comigo mesmo se eu trocar de empresa.
Logo abaixo deste prompt eu vou colar o texto de uma newsletter que explica esse conceito. Leia para entender o que conta como ativo portátil, mas não comente nem resuma o texto. Use só como referência.
Depois disso, me entreviste sobre os meus últimos 12 meses. Regras da entrevista:
- Uma pergunta por vez. Espere minha resposta antes de fazer a próxima.
- No máximo 8 perguntas no total.
- Se uma resposta minha ficar vaga, faça uma única pergunta de aprofundamento antes de seguir.
- Cubra: projetos que entreguei, problemas que resolvi, habilidades novas que desenvolvi (incluindo IA), pessoas que passaram a confiar em mim, e o que eu faço hoje que não estava na descrição do meu cargo.
Quando a entrevista terminar, gere um dossiê na primeira pessoa, direto e sem linguagem motivacional, com estas seções:
1. Habilidades e competências
2. Cases e provas de resultado, com número sempre que eu tiver dado
3. Reputação e relações que levo comigo
4. O que já absorvi além do meu cargo
5. Lacunas que apareceram na conversa
Entregue o dossiê final em formato Markdown (.md). Se sua ferramenta permitir salvar arquivo, salve como "dossie-ativos-portateis.md". Se não permitir, entregue o conteúdo em Markdown para eu copiar.
Comece confirmando que entendeu e me pedindo para colar o texto da newsletter.
E depois do prompt, você também copia e cola o texto completo da Big Idea dessa edição.
Aí é só continuar respondendo sua IA e guardar esse dossiê final.
🔵 Sugestão de amigo pra quem tem plano pago de IA: peça pra ela te orientar a criar um projeto pra falar exclusivamente sobre esse assunto.
PS: esse é o tipo de coisa que ensinaremos na nossa aula no dia 16/09. Reserve sua vaga aqui.
2⃣ Descubra seu cargo do futuro e o que o mercado já está valorizando antes de você precisar procurar o próximo emprego.
Você vai abrir um chat novo na sua ferramenta de IA, ativar o Deep Research e dar contexto suficiente pra ela entender quem você é profissionalmente (isso já deveria estar feito 👀).
O melhor caminho é colar o conteúdo do seu LinkedIn. Se você não quiser fazer isso, sem problema: peça pra IA te entrevistar primeiro sobre seu cargo atual, senioridade, experiências, habilidades e o tipo de próximo passo que faria sentido pra você.
Depois, copie e cole este prompt:
Você vai me ajudar a entender quais competências o mercado está valorizando hoje para profissionais com um perfil parecido com o meu e quais podem ser os próximos passos mais plausíveis da minha carreira.
Primeiro, entenda meu perfil profissional. Logo abaixo deste prompt eu vou:
A) colar o conteúdo do meu LinkedIn; ou
B) escrever “ME ENTREVISTE”. Nesse caso, faça uma entrevista de no máximo 6 perguntas, uma por vez, para entender meu cargo atual, senioridade, principais responsabilidades, experiências anteriores, setor, habilidades e ambições profissionais.
Só depois de entender meu perfil, faça um Deep Research na internet.
Procure vagas reais e atualmente divulgadas que possam representar próximos passos plausíveis para alguém com o meu perfil. Não procure apenas vagas com o mesmo título que eu tenho hoje: considere também cargos adjacentes, funções emergentes e posições um nível acima que sejam coerentes com minha trajetória.
Priorize vagas recentes e, sempre que possível, use anúncios publicados pelas próprias empresas ou plataformas confiáveis de recrutamento.
Analise pelo menos 20 vagas relevantes antes de chegar às conclusões. Se não encontrar 20 vagas suficientemente comparáveis, use apenas as que encontrar e deixe essa limitação explícita.
Depois da pesquisa, faça o seguinte:
1. Liste os principais cargos que aparecem como próximos passos plausíveis para mim e explique rapidamente por que cada um faz sentido.
2. Identifique as 10 competências que mais aparecem nas vagas analisadas.
3. Para cada competência, mostre em quantas ou em qual percentual das vagas ela apareceu.
4. Separe essas competências em três categorias:
- habilidades técnicas;
- habilidades de negócio;
- habilidades de liderança.
5. Identifique quais competências apresentam sinais de estar crescendo em importância. Não conclua que algo está “crescendo” apenas porque apareceu muitas vezes. Procure evidências adicionais, como maior presença em vagas recentes, mudanças nas responsabilidades descritas, relatórios de mercado ou outras fontes confiáveis. Se não houver evidência suficiente, escreva “não há evidência suficiente para afirmar que está crescendo”.
6. Compare o que o mercado está pedindo com o meu perfil e divida as competências em:
- já tenho evidências fortes;
- provavelmente tenho, mas preciso provar melhor;
- deveria começar a desenvolver.
7. No final, responda à pergunta mais importante: se eu quisesse me preparar nos próximos 12 meses para aumentar minhas opções de carreira, quais 3 competências mereceriam mais atenção e por quê?
Não recomende cursos ainda. Priorize experiências práticas que eu poderia buscar no meu próprio trabalho: projetos, responsabilidades, exposição a outras áreas, problemas que eu poderia me oferecer para resolver ou pessoas com quem deveria trabalhar mais de perto.
Inclua os links das vagas e das fontes usadas na pesquisa para que eu possa conferir tudo.
Não invente informações sobre mim e não trate inferências como fatos. Quando estiver inferindo algo a partir do meu histórico, sinalize claramente.
Comece pedindo que eu cole meu LinkedIn ou escreva “ME ENTREVISTE”.
Depois disso, é só deixar o Deep Research trabalhar e olhar principalmente pra duas partes do resultado: o que profissionais um ou dois passos à sua frente estão sendo cobrados pra saber hoje e quais dessas competências ainda estão faltando no seu repertório.
A ideia aqui não é começar a procurar outro emprego amanhã. É usar as vagas como um enorme banco de dados público sobre pra onde os incentivos do mercado estão caminhando.
Você pode descobrir, por exemplo, que pessoas na função que você quer ocupar estão sendo cada vez mais cobradas por pensamento estratégico, gestão de orçamento, domínio de dados, liderança cross-functional ou fluência em IA, enquanto você continua investindo quase todo seu desenvolvimento naquilo que já sabe fazer bem.
É melhor descobrir isso agora do que quando você estiver precisando de uma vaga.
🔵 Sugestão de amigo: se você tiver o Claude Cowork ou o Chat GPT Work, é melhor ainda fazer com eles. E, se possível, repita essa pesquisa a cada 6 meses e salve os resultados em um projeto. A comparação entre as pesquisas pode ser ainda mais valiosa do que uma análise isolada, porque começa a mostrar quais exigências realmente estão mudando com o tempo.
🔵 Pra finalizar:
Esses são só alguns casos de uso que “profissionais egoístas com suas carreiras” podem ter.
Esse também é o tipo de coisa que ensinaremos na nossa aula ao vivo, que já te falamos que faremos no dia 16/09. Nos encontramos lá!
Terminamos por hoje! 😉
Queremos ouvir sua opinião sobre essa edição (sim, nós lemos todos os feedbacks e respondemos todos que conseguimos):
O que você achou dessa edição?
Nos encontramos na semana que vem e espero que você consiga traduzir essa edição para o seu dia a dia.
Se eu puder ajudar com algo, não hesite em me mandar uma DM e dizer que veio da better work.
🆘 Ou, se for algo mais técnico, envie um email pra [email protected] e a gente resolve rapidinho.
Um abraço,
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