
Boas-vindas às novas 127 pessoas que se inscreveram na better work na última semana! Agora, somos 121.355 futuros&novos líderes construindo a maior comunidade de carreira do Brasil.
👋 UMA ÓTIMA SEMANA (COM FERIADO) PRA NÓS!
Existe um momento específico na carreira de profissionais ambiciosos que é marcante:
É o dia em que você percebe que “trabalhar bem” não é suficiente pra dar os próximos passos.
É o dia em que você percebe que não te avaliam só pelo que você entrega e começaram a te avaliar pelo que você consegue construir com outras pessoas.
E não, isso não significa necessariamente que você se tornou gestor de outras pessoas; isso acontece quando você toca projetos, por menores que sejam, que envolvem outras pessoas também.
Às vezes, esse momento vem com uma promoção, às vezes vem antes do cargo, mas, na maioria dos casos, vem sem manual nenhum.
No nosso 1:1 de hoje: o que fazer quando você não se sente pronto pra assumir um desafio, mas a oportunidade aparece? Como as grandes referências se prepararam pra esse momento, mesmo quando ainda não se sentiam totalmente prontos? Existe um jeito certo de entender o momento de assumir desafios maiores?

Por onde eu começo a usar IA sem cair no hype que estão criando por aí?
Como eu integro IA no meu dia a dia corporativo se eu não sou técnico nem desenvolvedor?
Qual é o passo a passo pra aplicar IA no dia a dia de quem é do mundo corporativo/CLT?
Nós estamos construindo a resposta pra essas perguntas e contaremos mais sobre isso em uma aula ao vivo.
Se você quiser participar, clique nesse botão aqui embaixo e deixe sua resposta rápida nesse formulário que vai te levar, depois, pro nosso grupo de WhatsApp.
Vamos comunicar tudo lá.
🔵 O PROMPT DA SEMANA
“Com base nas nossas conversas e no quanto você já conhece sobre mim, qual parte da liderança eu tendo a evitar? Delegar, decidir, confrontar, comunicar visão ou sustentar a pressão? E o que isso revela sobre a forma como eu lidero ou vou liderar? Não invente respostas se identificar que não tem dados suficientes pra responder.”
Copie e cole esse prompt na sua ferramenta preferida de IA, mas lembre-se: esse prompt só realmente funciona com a ferramenta de IA que mais tem seu contexto profissional. Esse é um prompt que leva em consideração o padrão por trás das suas interações com a IA (e se você ainda não tem boa parte do seu contexto pessoal e profissional em uma IA, você está ficando pra trás).
🔵 BIG IDEA
Você realmente acha que o CEO se sentia pronto pra assumir o desafio dele?

Vamos começar essa big idea com um dado que vai parecer estranho:
Em 2024, a Korn Ferry pesquisou 15.000 profissionais, incluindo centenas de CEOs.
O resultado da pesquisa foi que 71% dos CEOs americanos sentem que não merecem o lugar onde estão, sentem que alguém vai eventualmente descobrir que eles não são tão bons quanto parecem…
Sim, é a famosa síndrome do impostor acontecendo com 71% dos CEOs.
Mas falamos que o dado ia ser estranho, então tem uma informação extra aqui:
Sabe qual é o grupo que menos sente isso? Profissionais no início de carreira. Só 33% deles relatam o mesmo. Risos.
Aos curiosos, o link do relatório da Korn Ferry é esse aqui.
Em outras palavras, o que eles descobriram foi que os profissionais mais jovens, com menos experiência e menos resultado, se sentem mais preparados para seus cargos do que os CEOs.
Parece papo de doido, mas tem uma explicação válida:
Quanto mais você cresce, mais você entende o tamanho do que ainda não sabe. Quanto mais você sobe, mais claro fica que o próximo degrau é sempre maior do que o que você acabou de subir.
A sensação de não estar completamente pronto não diminui com o tempo. É o contrário: ela cresce junto com a responsabilidade.
E uma boa conclusão que podemos tirar disso é meio desconfortável (mas necessária) de ouvir: as pessoas que chegaram mais longe eram as que aceitaram os grandes desafios mesmo sem se sentirem prontas.
Elas se tornaram prontas no processo.
Quer ver uma história rápida, real e bem legal disso acontecendo na prática?
A CEO que recusou ser CEO?

Ginni Rometty ficou dez anos na IBM antes de receber sua mais importante oferta de promoção. A resposta dela foi direta: "Eu não estou pronta. Preciso de mais tempo."
Aí depois disso, ela chegou em casa e o marido perguntou: "Você acha que um homem teria respondido a mesma coisa?"
No dia seguinte, ela voltou e aceitou o cargo.
Mais tarde, já como ex-CEO da IBM, ela sintetizou com uma frase que resume bem e, mesmo sendo um gigantesco clichê, merece ser repetida: "Crescimento e conforto nunca coexistem."
Essa é só a primeira história de hoje.
Antes de aprofundarmos na big idea de hoje, um recado rápido dos nossos patrocinadores:
🔵 APRESENTADO POR D4U IMMIGRATION
Teste: o seu LinkedIn preenche os requisitos para um Green Card?
Para o governo americano, o seu perfil no LinkedIn não é apenas uma rede social de contatos, ele pode ser uma porta de entrada para a imigração.
Explicando… a grande diferença entre quem sonha em trabalhar e morar fora e quem de fato consegue não é o cargo no crachá, mas a capacidade de provar que o trabalho que faz é de "interesse nacional".
As áreas de Tech, Engenharia, Saúde e Negócios lideram as aprovações do visto EB-2 NIW devido ao impacto estratégico de seus profissionais.
Agora, chegou a sua vez: pra fazer um “diagnóstico gratuito”, oferecido pela D4U Immigration, e saber se o seu perfil preenche os critérios, clique aqui. Em 2 minutos, ele vai te dizer se o seu histórico profissional já está no caminho da residência americana.
E agora, voltando à big idea:
Você ouviu da CEO da IBM. Quer ouvir da CEO do Yahoo?

Essa daqui é Marissa Mayer. Ela foi a primeira engenheira mulher do Google e chegou ao cargo de CEO do Yahoo. Olha só o que ela falou sobre essa questão de “se sentir pronta” para os desafios:
Eu sempre fiz algo para o qual não estava totalmente pronta. Acho que é assim que você cresce. Quando chega aquele momento de “não tenho certeza se consigo fazer isso” e você passa por ele mesmo assim, é aí que acontece o avanço.
E em todos os casos em que fiquei satisfeita com uma decisão, havia dois aspectos comuns nessas decisões: (1) me cercar das pessoas mais inteligentes que me desafiam a pensar de novas formas, e (2) fazer algo para o qual não estou pronta.
A gente pode continuar trazendo exemplos que vão desconstruir toda essa ideia de “precisar se sentir pronto/a” pra assumir seu próximo desafio.
Quer ver mais um?
Você já ouviu falar da mulher que fez o Zuckerberg se tornar o Zuckerberg?

Essa é Sheryl Sandberg. Ela foi a COO (Chief Operations Officer) do Facebook por muito tempo. O Zuck leva o crédito, mas ela é muito responsável por fazer o business acontecer, tanto quanto.
Esse daqui é o conselho dela pra você:
As pessoas precisam mudar o jeito de pensar de “eu não estou pronta pra isso” para “eu quero fazer isso e vou aprender fazendo”.
Não faltam referências.
Nós poderíamos citar, inclusive, a edição 270 da better work em que entrevistamos a Gina Gotthilf, a VP de Growth que levou o Duolingo de 3 para 200 milhões de usuários no mundo todo.

Só não aprofundamos aqui nos insights da Gina, porque senão o conteúdo seria repetitivo pras milhares de pessoas que leram a história da Gina (mas valeu a lembrança).
Em resumo, o recado é: não espere o momento de se sentir pronto. Você fica mais pronto ao assumir grandes desafios.
Ah, e sim, nós trouxemos o exemplo de 3 mulheres aqui intencionalmente. O motivo é claro: elas sentem a síndrome do impostor ainda mais forte que os homens.
Mas o racional de “assumir desafios antes de se sentir pronto” se aplica da mesma maneira para os homens.
🔵 A FRASE DA SEMANA
“Aprender a voar não é bonito, mas voar é.”
Essa frase é do Satya Nadella, CEO da Microsoft. Ele escreveu isso no seu livro chamado Hit Refresh.
Em outras palavras: o desconforto não é um problema a resolver antes de você começar, ele é parte do processo. Não tem como aprender a voar em terra firme.
O conselho, agora, do CEO da Microsoft pra você.

Quando Satya Nadella virou CEO da Microsoft, uma das mudanças culturais mais importantes que ele trouxe foi a troca do modelo “know-it-all” para “learn-it-all”.
Isso tem tudo a ver com o assunto de “se sentir pronto para assumir desafios maiores”.
A ideia do Satya é simples: em vez de premiar a postura de quem precisa parecer que sabe tudo, a empresa passou a valorizar muito mais quem aprende, escuta, revisa posição e evolui em público.
Em outras palavras: eles deram um jeito de valorizar e premiar as principais coisas que te fazem “achar que não está pronto/a”.
E faz total sentido, porque liderar bem não depende de parecer onipresente, onipotente e onisciente (risos), mas depende de conseguir aprender rápido, decidir com clareza e criar segurança para o time seguir junto.
Em vez de tentar parecer pronto, a provocação pra você é de ter a humildade intelectual de continuar aprendendo na frente dos outros.
O que fazer, então? Como aplicar isso pro meu dia a dia?
Bom, já que essa foi uma newsletter recheada de referências, vamos deixar a resposta pra mais uma referência gigante e, dessa vez, também brasileira:

A Luiza Helena Trajano começou no Magazine Luiza quando a empresa ainda era pequena, no interior de São Paulo, num mercado predominantemente masculino. Zero manual pra seguir.
Quando perguntaram pra ela sobre síndrome do impostor, ela falou o seguinte:
"Nunca me coloquei na posição de vítima. Preferi transformar cada dificuldade em motivação para trabalhar mais, aprender mais e mostrar, com resultados, que competência não tem gênero."
Talvez essa seja a grande lição da newsletter de hoje: transformar qualquer dúvida que você tiver em ação e execução.
Não existe muito framework pra isso.
O que existe é coragem (e coragem não se ensina).
O que você achou dessa edição?
Fechamos por hoje!
Nos encontramos na semana que vem e espero que você consiga traduzir essa edição para o seu dia a dia.
Se eu puder ajudar com algo, não hesite em me mandar uma DM e dizer que veio da better work.
🆘 Ou, se for algo mais técnico, envie um email pra [email protected] e a gente resolve rapidinho.
Um abraço,
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